O Cruzeiro cancelou a entrevista coletiva do técnico Leonardo Jardim e também vetou as falas dos jogadores na zona mista e na saída de campo, neste domingo (6), em protesto contra a arbitragem da derrota por 3 a 0 para o Internacional, pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A decisão foi tomada após a expulsão polêmica do zagueiro Jonathan Jesus, aos 20 minutos do primeiro tempo. O defensor foi expulso pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique após dividida com Wesley na entrada da área. O VAR, comandado por Daiane Muniz, não recomendou a revisão do lance.
O comentarista de arbitragem da TV Globo, Paulo César de Oliveira, considerou que houve erro contra o Cruzeiro.
Indignação celeste
A única manifestação de dentro de campo veio ainda no intervalo, com o volante Lucas Romero. O argentino criticou duramente a arbitragem e afirmou que os equívocos “são sempre contra o Cruzeiro”.
Fora das quatro linhas, o CEO do clube, Alexandre Mattos, disparou contra a decisão no Beira-Rio: “Assalto a mão armada”, escreveu o dirigente em sua conta pessoal do Instagram.
No X (antigo Twitter), o perfil oficial do Cruzeiro classificou a expulsão como “completamente absurda“.
“Um lance em que o atleta não comete a falta e o clube terá que atuar mais de 70 minutos com um jogador a menos, por erro gigantesco da arbitragem e do VAR”, publicou o clube.

