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Cruzeiro vence o Atlético-MG na Arena Gregorão e se isola na liderança do Mineiro Feminino

Com atuação dominante no primeiro tempo, Cruzeiro segura pressão na etapa final e vence clássico no Estadual

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Empurrado pela torcida que lotou a Arena Gregorão, o Cruzeiro venceu o clássico diante do Atlético-MG por 4 a 3, neste sábado (4), e se isolou na liderança do Campeonato Mineiro Feminino. Os gols das Cabulosas foram marcados todos no primeiro tempo, por Letícia Ferreira (duas vezes), Byanca Brasil e Sochor. O rival balançou as redes com Kelen, Amália e Hingredy.

O time celeste levou um susto no início do jogo, ao ver o Atlético-MG abrir o placar aos 7 minutos, após falha na saída de bola. No entanto, a reação veio rapidamente. Inspirada, Lelê, artilheira da equipe, marcou dois gols, Byanca Brasil fez um golaço em cobrança de falta, e Sochor completou a goleada parcial ainda na etapa inicial.

No segundo tempo, porém, o Cruzeiro teve uma queda de rendimento e viu o rival encostar no placar. Amália diminuiu e Hingredy marcou de pênalti. Aos 20 minutos, a situação ficou ainda mais delicada quando a zagueira Paloma Maciel foi expulsa, deixando a equipe celeste com uma jogadora a menos.

Mesmo pressionado, o time comandado por Jonas Urias conseguiu segurar o resultado e garantir mais três pontos no Estadual.

Com a vitória, o Cruzeiro chegou aos nove pontos, com três vitórias em três jogos, e se aproximou da classificação para a semifinal do Campeonato Mineiro. A equipe celeste é a líder isolada da competição, restando ainda duas partidas a serem disputadas na primeira fase.

Próximo jogo

Agora, o Cruzeiro volta a campo no próximo sábado, quando vai enfrentar o Itabirito, também na Arena Gregorão, em Contagem, pela 3ª rodada do Campeonato Mineiro.

O Itabirito ainda não somou pontos na competição e está em quarto lugar, por ter um saldo de gols melhor que os demais na tabela, que também ainda não pontuaram.

O jogo

Com uma escalação considerada força máxima, à exceção da goleira Taty Amaro — titular no lugar de Camila, que ficou no banco —, o Cruzeiro iniciou o clássico contra o Atlético-MG aquém do esperado.

Desligado em campo e cometendo erros em passes simples, o time celeste viu o rival abrir o placar logo aos 7′. Após um erro na saída de bola, Kelen finalizou da entrada da área e contou com falha de Taty Amaro, que ‘aceitou’ o chute.

A resposta das Cabulosas foi imediata. Um minuto depois, Letícia Ferreira, artilheira do time, recebeu belo passe, invadiu a área e tocou por cima da goleira, empatando a partida aos 8′.

A virada veio aos 13′. Em cobrança de falta pelo lado esquerdo, Byanca Brasil, camisa 10 celeste, bateu com estilo, encobrindo a goleira Maike e colocando o Cruzeiro à frente com um golaço.

O domínio cruzeirense continuou no primeiro tempo. Aos 29′, Byanca Brasil tentou a finalização na área, furou, e a bola sobrou limpa para Sochor ampliar. No fim da etapa inicial, Lelê recebeu de Gaby Soares, deu um corte preciso na zagueira e marcou mais um golaço para as Cabulosas, fechando o primeiro tempo em 4 a 1.

Na etapa final, porém, o Cruzeiro voltou irreconhecível. Aos 8′, o Atlético-MG descontou com Amália, que aproveitou erro no meio-campo celeste, avançou livre e finalizou na saída de Taty Amaro.

Aos 12′, a zagueira Paloma Maciel cometeu pênalti ao segurar uma atacante adversária na área. Hingredy converteu a cobrança e colocou o rival de volta no jogo, com o placar marcando 4 a 3.

O cenário complicou ainda mais aos 20 minutos, quando Paloma Maciel recebeu o segundo cartão amarelo após cometer falta e acabou expulsa, deixando o Cruzeiro com uma jogadora a menos.

Mesmo em desvantagem numérica, a equipe comandada por Jonas Urias mostrou poder de reação. Mais concentradas nos minutos finais, as Cabulosas conseguiram controlar o jogo e garantir a vitória no clássico.

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Thaynara Amaral
Thaynara Amaral é repórter do Central da Toca. Jornalista formada pela UFMG, cobriu o Cruzeiro pelo ge.globo e também atuou no Superesportes, do jornal Estado de Minas. Desde 2023, passou a explorar novas áreas da comunicação. Natural de Araxá, saiu do interior movida pelo amor ao Cruzeiro — e foi por ele que escolheu o jornalismo.
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