Apresentado pelo Cruzeiro na tarde desta segunda-feira (12), o atacante Chico da Costa avaliou a “pressão por gols” na temporada. Pedido do técnico Tite, o centroavante, de 30 anos, chega para compor o elenco em um ano marcado pelo retorno da equipe à Copa Libertadores.
Na Toca da Raposa II, em Belo Horizonte, o novo camisa 91 do Cruzeiro concedeu entrevista coletiva ao lado de Pedro Junio, vice-presidente da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), e de Bruno Spindel, novo executivo de futebol do clube.
Ao comentar as principais características, Chico da Costa destacou que, apesar de ser um finalizador, também aprendeu a jogar fora da área ao longo da carreira. O reforço do Cruzeiro se dedicou aos estudos para ter noção de como se desenvolver dentro de campo.
“A gente fica curioso sobre o que o atleta que vem chegando pode dar. No decorrer da minha carreira, sempre fui centroavante, aprendendo a jogar como referência. Entendo a função do atacante, é onde terminam as jogadas. Somos sempre exigidos com gols. É uma responsabilidade que temos que lidar na carreira. E a gente gosta”
Chico da Costa, reforço do Cruzeiro, sobre pressão para fazer gols
“Eu também participo bastante do jogo. Fui entendendo o jogo com e sem a bola, fui estudando futebol na minha carreira. Sei jogar apoiado, compacto também, é importante. Entendo bem as minhas funções dentro de campo. Espero ajudar o Cruzeiro na temporada”, completou Chico da Costa.
Pedido de Tite
Logo depois de ter sido contratado, o técnico Tite pediu à diretoria do Cruzeiro um atacante menos móvel e com características distintas das de Kaio Jorge. A partir disso, a alta cúpula celeste foi ao mercado e trouxe Chico da Costa, que esteve emprestado ao Mirassol no ano passado, mas pertencia ao Cerro Porteño, do Paraguai.
Na apresentação, o reforço do Cruzeiro fez agradecimentos ao Tite e disse se sentir respaldado pelo treinador após o desembarque em BH.
“Com um treinador como o Tite, acaba tendo um significado especial. A gente se enfrentou. Quando apareceu a oportunidade do Cruzeiro, em que fiquei sabendo que tinha sido um pedido da comissão, não só aqui, em qualquer lugar, a gente sente uma segurança de trabalhar”, garantiu.
“Imagina o peso desse acontecimento quando é um treinador como o Tite. Não preciso falar da carreira que ele tem. Me sinto privilegiado de estar aqui, mas respaldado também e com vontade de trabalhar”, concluiu Chico da Costa.

