O Cruzeiro está próximo de acertar a transferência do jovem Joaquim Santos, do Corinthians, para a categoria sub-17. O volante, que também pode atuar como lateral-direito, de 17 anos, é filho do ex-meia Fábio Santos, que jogou pelo time celeste entre 2005 e 2006 e retornou em 2010.
Segundo apuração do Central da Toca, as negociações estão em estágio avançado para que Joaquim seja mais uma opção para o técnico Tony Talibã na base do Cruzeiro.
Em outubro do ano passado, quando o Corinthians era comandado pelo argentino Ramón Díaz, o volante recebeu a primeira oportunidade de treinar com o elenco profissional. Joaquim chegou ao clube justamente em 2024 para a categoria, após ter se destacado no Santo André e, anteriormente, com a camisa do Botafogo.
No dia 25 de fevereiro deste ano, aos 16 anos, assinou o primeiro contrato profissional com o Corinthians. À época, o jogador firmou vínculo até o fim de 2028.
Nesta temporada, Joaquim disputou três partidas pelo sub-17 do Corinthians, todas pelo Campeonato Paulista da categoria. A última atuação foi há mais de quatro meses, em 7 de junho, na vitória sobre o Santo André, por 3 a 1.
A informação sobre a negociação do Cruzeiro com o atleta foi antecipada pelo perfil Crias da Toca e confirmada pela reportagem.
Quem é Fábio Santos, pai de Joaquim e ex-Cruzeiro?
Revelado pelo Santo André, Fábio dos Santos Barbosa atuou por equipes do interior de São Paulo até chegar ao Cruzeiro, em 2005. Em sua primeira passagem, que durou até 2006, o meia, que também podia jogar como volante, disputou 59 partidas pela Raposa, deu uma assistência e foi campeão mineiro (2006).

Depois de ser vendido pelo Cruzeiro ao Lyon, da França, Fábio Santos foi emprestado ao São Paulo, onde foi campeão brasileiro em 2008, e vendido ao Fluminense no ano seguinte, em 2009. Ele marcou um gol em 24 jogos pelos paulistas e disputou apenas dois jogos pelo clube carioca.
Em 2010, aos 29 anos, Fábio Santos voltou ao Cruzeiro, mas a passagem durou apenas duas partidas em 18 dias. Contratado para as fases finais da Copa Libertadores, o meio-campista se reuniu com o diretor de futebol da época, Eduardo Maluf, alegou forte dores físicas e decidiu encerrar a carreira.

