Extremamente pressionado no comando do Unión Santa Fé, o técnico Kily González viverá uma espécie de “dia D” contra o Cruzeiro, pela estreia da Copa Sul-Americana. As equipes vão se enfrentar nesta terça-feira (1º), às 19h (de Brasília), no Estádio 15 de Abril, em Santa Fé, na Argentina.
Segundo apuração do Central da Toca, o confronto é considerado decisivo para o futuro de Kily González à frente do time. Em caso de derrota, o treinador não deve mais comandar a equipe na sequência da temporada.
Além de ter somado duas derrotas nos últimos jogos, o desempenho do Unión também tem desagradado os dirigentes e os torcedores. Para enfrentar o Cruzeiro, de acordo com apuração da reportagem, os argentinos devem fazer mudanças no meio-campo e no ataque.
Após 11 rodadas do Campeonato Argentino, “Los Tatengues” (apelido usado para referenciar pessoas de alta classe social) ocupam a penúltima posição na tabela do Grupo A, em 14º lugar, com oito pontos. O Aldosivi é o lanterna, também com oito pontos, e venceu o próprio Unión na última rodada.
Números preocupantes
Na temporada, o Unión Santa Fé já entrou em campo em 12 oportunidades, com apenas três vitórias, dois empates e sete derrotas. O aproveitamento do time em 2025 é de 30,55%.
Kily González como jogador
Técnico do Unión desde 2023, Kily González disputou 56 jogos pela Seleção Argentina e vestiu a camisa de grandes clubes do futebol mundial, como o Boca Juniors-ARG, a Inter de Milão-ITA e o Valencia-ESP.
Ao todo, Kily González balançou as redes 65 vezes em 594 partidas como jogador profissional.
Na carreira, ele foi campeão olímpico pela Argentina (2004); campeão espanhol (2001/2002), da Supercopa da Espanha (1999) e da Copa do Rei (1998/1999) pelo Valencia; campeão italiano (2005/2006), da Supercopa da Itália (2005/2006) e bicampeão da Copa Itália (2004/2005 e 2005/2006) pela Inter de Milão.

