A Máfia Azul, principal organizada do Cruzeiro, marcou um evento para recepcionar o meia Gerson, reforço da equipe para 2026, em Belo Horizonte. Em publicação nas redes sociais, a torcida afirmou que deixará sua sede, na Região Centro-Sul da capital, rumo à Toca da Raposa II, às 11h desta sexta-feira (9).
Conforme antecipou o Central da Toca, a expectativa é de que Gerson desembarque em BH às 11h30. O meio-campista viajará do Rio de Janeiro para BH na aeronave particular de Pedro Lourenço, presidente da SAF celeste. Ele passará por exames médicos antes de assinar contrato por quatro temporadas.
Nesta quinta-feira (8), o Zenit aceitou a oferta do Cruzeiro, que aguarda trâmites burocráticos para fazer o anúncio do jogador. Para ter Gerson, o Cruzeiro pagará até 30 milhões de euros (R$ 188,3 milhões) ao clube russo – 27 milhões de euros fixos e mais 3 milhões de euros em bonificação.
Gerson será o quarto reforço do Cruzeiro para 2026. Antes dele, o clube celeste fechou as contratações do goleiro Matheus Cunha e dos atacantes Neiser Villareal e Chico da Costa, que ainda não foi anunciado, mas já treina com os novos companheiros na Toca II.
A carreira de Gerson
Gerson surgiu para o futebol com a camisa do Fluminense. Seus primeiros jogos pela equipe profissionais aconteceram em 2014, aos 17 anos. Logo ele se destacou e foi negociado com a Roma, da Itália, que pagou cerca de 17 milhões de euros (R$ 64 milhões na cotação da época) em meados de 2015.
Sem conseguir brilhar, o meia foi emprestado para a Fiorentina em 2019, quando registrou boa sequência – 40 jogos, três gols e três assistências. O Flamengo, então, resolveu investir na revelação de seu principal rival. Em julho daquele ano, pagou quase R$ 50 milhões pelo camisa 8.
Em 2021, após bom desempenho com a camisa rubro-negra, Gerson foi negociado ao Olypique de Marseille, da França, por mais de R$ 120 milhões. Sem engrenar, foi recomprado pelo Flamengo por R$ 85 milhões no ano seguinte. Já em 2025, após voltar a se destacar no Rio de Janeiro, teve a multa rescisória de cerca de R$ 160 milhões depositada pelo Zenit, da Rússia.

