Ídolo do Cruzeiro e de contrato renovado até o fim de 2027, o volante Lucas Romero, mesmo aos 31 anos, já planeja como será a vida após a aposentadoria dos gramados. Segundo o meio-campista argentino, depois de tantos anos em campo, ele avalia a possibilidade de ser treinador no pós-carreira.
Fundamental para o esquema do treinador português Leonardo Jardim, Romero já fez o curso para ser técnico. No entanto, o jogador também estuda ser dirigente depois que “pendurar as chuteiras”.
“Todo dia em casa, a Lourdes não vai me querer [risos]. Vou ter que sair e fazer alguma coisa. Mas eu tenho o título de treinador. Já fiz o curso, mas ainda não sei se na minha cabeça quero ser treinador. Gosto muito da parte de gestão também, do clube, do grupo”, destacou, em entrevista à TV Cruzeiro.
Ainda sem nenhuma definição, Romero brincou que o auxiliar técnico tem uma vida relativamente mais fácil na comparação com o treinador. Por esse motivo, essa função também desperta o seu interesse no futuro.
“Quero fazer alguma coisa relacionada ao futebol, mas ainda não sei se treinador. Talvez, um auxiliar. Todo mundo xinga o treinador, é difícil. Um auxiliar fala: ‘É culpa dele que botou esse jogador aí’ [risos]. Mas gosto muito da parte de organizar o clube, a estrutura. Gostaria muito disso”, completou o volante.
Perguntado sobre um atleta que contrataria para o Cruzeiro caso fosse dirigente, Romero respondeu o nome do meia-atacante Thiago Almada, do Lyon-FRA. No futebol brasileiro, o “hermano” foi campeão brasileiro e da Copa Libertadores pelo Botafogo, em 2024.
Idolatria no Cruzeiro
Em uma relação baseada em títulos, bom desempenho e uma forte identificação com a torcida, Romero construiu sua idolatria no Cruzeiro ao longo de duas passagens.
Ao todo, o argentino, gringo com mais jogos pelo clube, já defendeu o time celeste em 229 partidas, além de ter marcado seis gols e dado nove assistências.

