Acostumado a subir ao lugar mais alto do pódio, Filipe Ferraz pode se tornar, no domingo (4), contra Campinas, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, o maior campeão da Superliga Masculina de forma isolada. Atualmente, o técnico do Sada Cruzeiro divide essa marca com o ex-líbero Serginho, companheiro de time celeste por cerca de uma década.
Com 56 títulos pelo Sada Cruzeiro – 39 como ponteiro e 17 como treinador -, Filipe busca o décimo título da Superliga.
Filipe conquistou a Superliga pela primeira vez com a camisa do extinto Banespa (2004/2005). Curiosamente, a decisão foi contra o Minas de Serginho, dentro do Mineirinho, em Belo Horizonte. Os outros oito títulos foram pelo Sada Cruzeiro (2011/2012, 2013/2014, 2014/2015, 2015/2016, 2016/2017, 2017/2018, 2021/2022 e 2022/2023).
Já Serginho, outra lenda da história cruzeirense, foi tricampeão da Superliga pelo Minas (2000/2001, 2001/2002, 2006/2007) e, na sequência da carreira vitoriosa, foi hexacampeão pelo Sada Cruzeiro (2011/2012, 2013/2014, 2014/2015, 2015/2016, 2016/2017 e 2017/2018).
Outro desempate na final
Segundos maiores vencedores da Superliga, o central Lucão, do Sada Cruzeiro, e o levantador Bruninho, do Campinas, farão uma espécie de desempate na final da temporada 2024/2025. Os campeões olímpicos nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, já conquistaram a liga nacional sete vezes cada um.
Vale ressaltar que Lucão e Bruninho, heptacampeões da Superliga, foram campeões do torneio cinco vezes no mesmo time. Juntos, eles foram tricampeões pelos extintos Florianópolis (2007/2008, 2008/2009 e 2009/2010), RJX (2012/2013) e Taubaté (2020/2021).
A diferença das carreiras está nos pequenos detalhes. Antes de erguer os troféus com Lucão, Bruninho já havia sido campeão pelo Unisul (2003/2004) e pelo Florianópolis (2005/2006).
Já o central também conquistou a Superliga nas edições 2020/2021 (pelo Taubaté) e 2022/2023 (pelo Sada Cruzeiro).

