O duelo entre Cruzeiro e Vasco, neste domingo (27), às 18h30, no Parque do Sabiá, em Uberlândia, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro, não está com boa procura por ingressos. A partida foi transferida para a cidade do Triângulo Mineiro após decisão da diretoria celeste por não ter o Mineirão, em Belo Horizonte, à disposição na data.
De acordo com apuração da reportagem do Central da Toca, pouco mais de 6 mil bilhetes foram vendidos até o momento. As entradas estão sendo comercializadas exclusivamente de forma virtual. Apenas as gratuidades para portadores de deficiência e a meia-entrada para seus acompanhantes poderão ser retirados diretamente na bilheteiras do estádio.
Os ingressos já estão sendo vendidos desde o dia 8 de abril. A empresa Ingresso S.A., gerida pelo ex-jogador Roni, é a responsável pelo processo.
Aposentado dos gramados desde 2012, ele já havia comprado outros jogos do Cruzeiro, como em 2015, quando os mineiros mandaram um duelo contra o Corinthians na Arena Pantanal, em Cuiabá, pelo Brasileirão daquele ano.
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Os preços para Cruzeiro x Vasco variam de R$ 100 (meia-entrada) a R$ 200 (inteira), além do pagamento de taxas na venda on-line. O limite de compra é de cinco ingressos por CPF.
Como ficou a divisão?
O Parque do Sabiá tem capacidade para receber 40 mil torcedores. Conforme apurou o Central da Toca, serão 7 mil ingressos exclusivos para a torcedor do Vasco (17,5% da capacidade), além de bilhetes do setor misto, que pode receber até 4.500 pessoas.

Cruzeiro vendeu o mando de campo
Com um show do cantor sertanejo Gusttavo Lima no Mineirão na mesma data, o clube celeste descartou realizar a partida no Independência, em Belo Horizonte, e optou por comercializar o jogo com uma empresa que levará o duelo para o Parque do Sabiá, em Uberlândia.
Embora o clube não tenha revelado a operação na nota em que defendeu a aproximação com seu torcedor do interior, Central da Toca e Samuca TV apuraram que tratou-se de uma negociação com retorno financeiro garantido.
Diferentemente dos últimos episódios de venda de mandos, em que o parceiro comercial foi o grupo Metrópoles, de Brasília, desta vez a Raposa fez um acordo com Roni.

