O Cruzeiro já fez os primeiros contatos para manifestar a revolta após a expulsão do zagueiro Jonathan Jesus, aos 20′ do primeiro tempo na derrota por 3 a 0 para o Inter, neste domingo (6), no Beira-Rio, em Porto Alegre, pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Conforme apurou Central da Toca e Samuca TV, o CEO do Cruzeiro, Alexandre Mattos, conversou com Rodrigo Cintra, que assumiu a liderança da arbitragem brasileira neste ano, e com o próprio Ednaldo Rodrigues, presidente reeleito da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Nesta segunda-feira (7), o Cruzeiro enviará ofício pedindo punição aos árbitros Marcelo de Lima Henrique e Daiane Muniz, e que o primeiro seja vetado definitivamente dos jogos do clube. A diretoria celeste também exige ter acesso aos áudios da cabine do VAR.
+ Leia também: Pedrinho desabafa após erro contra o Cruzeiro e manda recado à torcida
“Alexandre está em Belo Horizonte, já fez o contato com a comissão de arbitragem, com o nosso presidente (Ednaldo). O Cruzeiro não vai se calar. Vai defender seus direitos. Queremos tratamento igual. Quase todos os jogos a gente é prejudicado pelo VAR. Para que paga, então? Tem que ser usado. É muito lamentável. Acabou com o jogo”, disse Pedro Lourenço, presidente da SAF celeste, no vestiário do Beira-Rio.
A expulsão de Jonathan
A expulsão, definida pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique, ocorreu aos 20’ do primeiro tempo, após disputa do zagueiro com o atacante Wesley, do Inter.
O árbitro mostrou o cartão vermelho direto ao defensor celeste, interpretando que Jonathan cometeu falta como o último homem da defesa. O lance, no entanto, não foi revisado pelo VAR, o que aumentou a revolta dos jogadores.

